26 de mar. de 2011

Puerto Varas, 17




Acordamos com chuva. Comprei um tapete lindo (que não tenho onde colocar) e a Cíntia comprou lãs coloridas. Preparamos uma marmita pra levar ao Salto de Petrohue: na verdade, bolinhos de batata com carne comprados no Dane’s, pra não repetirmos o almoço “excelente” do dia 13, em Pucón. No parque, chamamos atenção com o nosso piquenique. Todos que passavam sorriam e diziam “provecho!”.

No parque, mais uma vista do vulcão (nunca sabia bem qual era o vulcão que estávamos vendo, acho que esse era o Osorno).

No fim da tarde, já em Puerto Varas, fomos passear na parte alta da cidade e aí, por acaso (!), descobrimos as casas de faroeste que são uma das atrações turísticas mais importantes. Quase passamos batido!!

Às 21 horas, pegamos o ônibus para Valparaíso.

Puerto Varas e Frutillar, 16


Acordamos por volta das 8 horas e já da janela enxergamos o vulcão. Quando saímos do hotel, chovia fraco. Pegamos sombrinhas emprestadas, mas não fomos muito longe. Nos refugiamos no Café Dane’s, sempre acolhedor. Resolvemos então ir a Frutillar, uma cidadezinha próxima, muito linda. Fomos de microbus até lá (800 pesos, 40 min). Apesar da chuva, valeu o passeio! Ficamos impressionadas com o teatro, novíssimo e enorme.

Almoçamos uma comida meio mais ou menos, o menu do dia, na Taverna de Cato, e mais tarde fizemos o “once” numa hospedaje muy rica. A dona era uma senhorinha (personagem de livro, segundo a Cíntia) a fazer crochê na frente do fogão a lenha. De volta a Puerto Varas, a chuva parou. Fomos tirar fotos do lago e, depois, jantamos no restaurante Mediterrâneo.

Valdívia e Puerto Varas, 15

Filmei os leões marinhos no mercado em Valdívia. Almoçamos numa chocolateria famosa: Entrelagos. E compramos chocolate para tomar com leite em Poa.

Às 14 horas, pegamos o ônibus para Puerto Varas (2h50 de viagem, 4.000 pesos).

O hotel - Licarayen - fica na beira do lago e tem vista para o vulcão.

Janta no Dane’s Café. Cíntia enfiou o pé na jaca. Ovos, bife e batata frita!

25 de mar. de 2011

Lobos marinhos

Pucón e Valdívia, 14











Em Pucón, depois do café da manhã no hotel, com kuchen (torta alemã), frutas e café, pegamos o ônibus para Valdívia às 11 horas (3 horas de viagem). Ao chegar, pedimos informações sobre hotéis na própria rodoviária (há um serviço oficial no local) e fomos caminhando até um hostal que nos pareceu bom. Realmente era, mas preferimos ficar num mais simplezinho e barato, na mesma rua: Toten. Na foto, a Cíntia aparece fotografando imagens dos estragos causados pelo grande terremoto de 1960, que chegou a rebaixar a cidade em três metros, criando até mesmo um pantanal, o segundo maior do mundo, segundo o guia local (perde só para o nosso!). Grandes áreas foram submersas.


Caminhando pela avenida que costeia a cidade, nos deparamos com os lobos marinhos!


Seguimos pela avenida e chegamos ao porto, onde decidimos fazer um passeio de barco de 3 horas pelos rios da região (8.000 pesos, ou 16 dólares). Vale a pena, não só pela paisagem, mas principalmente pelos relatos históricos. Janta no restaurante New Orleans, na calle Esmeralda: pãezinhos de entrada, trutas em ervas finas, mariscos au gratin com crema, salada, sorvete, pisco sour em pica (!), água, café. Voltamos a pé e deu um pouco de medo.